A volta dos CFDS

Os CFDS estão de volta. Depois de alguns anos parados, o grupo está de volta. O percurso foi curto, mas deu para queimar umas calorias.

O dia amanheceu chuvoso, alguns até desistiram, mas 7 integrantes marcaram o retorno dessa turma: Tarcísio, Romero, Agnon, Rodrigo, Peu, Brasil e Eduardo.

Que seja o retorno definitivo!

Avante CFDS!!!

Treino na Mata Estrela – Baía Formosa

Os CFDS mais uma vez foram a Baía Formosa para um treino na Mata Estrela, que tem 1.888 hectares de mata preservada.

O treino foi de 7km, por dentro da mata, com muitas subidas e areia fofa.

No início do percurso os corredores pararam para ver uma árvore centenária que caiu. Dizem que para abraçar o tronco dela eram necessários 12 homens.

No meio do percurso os corredores tomaram um susto com um barulho no meio da mata, que eles suspeitaram ser de macacos. Após este susto os corredores chegaram lagoa da Coca-Cola. A lagoa está aberta para o turismo e o acesso custa R$3. Vale muita a pena conhecer.

Retrospectiva 2014

Mais um ano de muita amizade e Quilômetros rodados. Parabéns CFDS pelos momentos fantásticos de 2014 e que venha 2015 com muito mais desafios!

Feira e retirada de Kit – Maratona de New York

A Maratona de New York 2014 terá um representante dos CFDS. Tarcisio, que já fez outras maratonas, fará pela primeira vez esta prova. Só pela feira / retirada do kit da pra perceber a dimensão deste grande evento.

Galeria de Fotos

Ele descreveu para o blog uma novidade. Uma pulseira que cada vez que ele passar pelo portal, vai aparecer no site, ou no aplicativo para os internautas acompanharem.

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Meia Maratona Halloween – Miami Beach

A Meia Maratona Halloween de Miami Beach teve pela primeira vez um representante dos CFDS. A corredora Patrícia realizou sua segunda Meia Maratona e relatou para o blog sua experiência:

“Corrida pequena, para cerca de 2.500 pessoas , mas mega animada. Os corredores realmente entram no clima de halloween e abusam da criatividade na hora de escolher a fantasia. Tartarugas Ninja, homem aranha, batman, fantasmas, garçons, bailarinas, abelhinhas, bruxas, noivas, etc.

O percurso é lindo. A largada foi no Parrot Jungle Park em direção a Miami Beach. A vista dos navios de turismo atracados no porto é linda, especialmente pq largamos antes do sol nascer. Os navios estavam todos acesos.

Chegando em Miami Beach seguimos pelo South Point Park em direção à Ocean Drive. Novamente uma vista estonteante. O sol nascendo e o mar de Miami Beach nos acompanhando em todo percurso.”

“Muitos pontos de hidratação durante todo percurso. Chamou atenção a quantidade de pessoas da terceira idade. Após 14km voltamos pela Ocean Drive e chegamos no South Point Park. Engraçado ouvir o meu nome sendo esforçadamente pronunciado com entusiasmo pelo locutor. “Patricia Melo from Recife”.

“Muito isotônico, frutas e fotos na chegada. Importante: como a corrida tem largada e chegada em locais diferentes tinham onibus levando os corredores e familiares de um ponto a outro a cada 10min. Muuuuita gente estacionou o carro no final da corrida e pegou o shuttle para o início. Muito bacana mesmo.”

“A festinha em um bar bem próximo (em Nikki Beach) foi jóia. Muita massa, bebidinhas, barras de proteína, espaços para relaxar, etc. Experiência incrível em minha primeira corrida fora do Brasil.”

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É isso ai. Mais uma experiência de um CFDS em provas fora do Brasil. Damos os parabéns para Patricia e agradecemos pela cobertura que fez para o blog!

Café da manhã para os CFDS com Track&Field e Ponto do Açaí

A Track&Field além de patrocinar as camisas dos CFDS 2014/2015, organizou um café da manhã para ninguém botar defeito. Sucos naturais, bolos, barras de proteína, queijos, frutas e como não podia faltar, um bom Açaí com qualidade Ponto do Açaí. O café foi servido na unidade da praça de Casa Forte, recém lançada. O Ponto do Açaí além de Casa Forte já está presente nos bairros dos Aflitos, Graças e Boa Viagem.

Mais uma vez agradecemos a Track&Field e ao Ponto do Açaí pela grande parceria. Contem conosco!

Lançamento da Camisa 2015 – Track&Field

Agora esta oficialmente lançada a camisa dos CFDS 2014/2015 – Track&Field. Alguns meses de planejamento desta grande parceria e produto final saiu com a alta qualidade típica da Track&Field.

Para inaugurar a camisa dos CFDS 2014/2015 o grupo  fez um treino de 10km, saindo da praça de Casa Forte, passando pela rua do entroncamento, Av. 17 de agosto, açude de Apipucos,

Largada – Primeiros 5km

Parque da Macaxeira

A maioria dos CFDS ainda não conheciam o parque recém inaugurado. O parque tem uma pista de aproximadamente 1,1 km muito bem cuidado, com uma academia aberta ao público. Todos aprovaram demais o local.

Cobertura dos sites Corre10 e Bora Correr Freire:

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Estavam lá para cobrir o evento o pessoal do site Corre10 e do Bora Correr Freire. Valeu pela parceria de sempre.

Voltando do treino foram recebidos com um super café da manha preparado pela equipe do Ponto do açaí, recém inaugurado que mostraremos mais detalhes em um próximo post.

Desejamos a todos os corredores um ótimo fim de ano e um 2015 de muitas provas!

Minha Primeira Maratona

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Artigo: Freire Neto – jornalista

Rio (27/07/2014) – Sonhei, treinei e completei. Agora, sou um maratonista! Há um ano treinando freqüentemente, com poucas pausas e com uma nova rotina de vida, decidi no final de 2013 a fazer uma maratona, no mínimo, por ano a partir de 2014. Treinando e vivendo a experiência de se preparar para os 42 km. E escolhi, fazer a primeira no Rio de Janeiro, cenário da minha primeira Meia Maratona e cercada de emoção e história. Junto com meu treinador, Walter Molina (Natal Runner), tracei metas e estratégias e segui a risca.

Chegamos ao Rio na sexta (25/07). Dois dias antes da prova, para garantir duas boas noites de sono. Desde quarta-feira caprichando no carboidrato e na hidratação, evitando ficar em pé e andar durante muito tempo. Poupando e se reservando para o dia tão esperado.

A entrega dos kits foi realizada no Centro de Convenções Sulamerica, no Centro do Rio. Encontro com amigos corredores de todo o Brasil, trocando ideias e experiências. O jantar de massas foi marcado em um rodízio de massas, em Copacabana, a partir das 18h e por volta das 21h já estava deitado para dormir cedo, já que às 4h da madruga já estaria de pé. Seguimos para o Aterro do Flamengo, chegada da Maratona, e local para embarcar no ônibus da organização para a largada no Recreio dos Bandeirantes.

O embarque foi realizado por volta das 5h15 e a viagem durou cerca de 1h30 em ônibus normal de linha – sem luxo ou conforto. Concentração total, montando e remontando a estratégia de hidratação, ritmo, suplementação. Apesar de alguns corredores não pararem de falar. Tinha um paulista que parecia “o homem da cobra”, como a gente diz aqui no Nordeste, para quem fala sem parar. Durante todo o percurso, falou de duas pessoas: Deus e o mundo. E em todas as técnicas e macetes possíveis e imagináveis para se dar bem numa corrida. Enfim, chegamos ao Recreio dos Bandeirantes.

O dia estava frio com uma pequena garoa e temperatura por volta dos 18 graus Celsius. Atletas de todo o mundo marcaram presença na prova que contou com mais de 24 mil inscritos na Maratona, Meia Maratona e nos 6km. Por volta das 7h30 foi dada a largada dos 42km com uma fina chuva e algumas poças na pista. Elite, Elite Vip e depois masculino geral.
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Do Recreio até a Barra foram cerca de 10 km, seguindo até o elevado do Joá, onde os maratonistas chegaram a marca dos 22km. Na primeira metade da prova, decidi ser conservador para evitar problemas ou forçar a musculatura, como havia conversado com Molina e meu amigo/corredor/parceiro, Allan Carlos. A prova até o Joá é inteiramente plana. Ao chegar na praia de São Conrado, mais uma reta até voltar a subir dessa vez por quase 3 km pela Avenida Niemeyer, da metade do 26 até o km 29. A subida tem algumas curvas e uma paisagem fantástica com a baía e as ilhas cariocas do lado direito e a comunidade do Vidigal do lado esquerdo. Durante todo o percurso você é ultrapassado e ultrapassa muita gente.

Nessa maior subida da prova, muitos competidores desistem ou andam. Além do desgaste físico, a maratona exige muita força mental. É fundamental estar forte psicologicamente para lhe dar com as dificuldades e obstáculos de uma corrida tão longa e cheia de possibilidades: chuva, frio, subida, sensações e sinais do corpo, medos e traumas. Tinha treinado. Estava preparado e muito forte mentalmente. Sabia que só pararia no pórtico de chegada.

Mesmo bastante conservador e correndo com muita cautela, sem forçar ou exagerar, as dores nas pernas começaram a aumentar a partir do quilômetro 30, chegando ao Leblon e seguindo rumo a Ipanema. Após descer e seguir para a parte final da prova, quando planejava apertar o passo e iniciar o processo de aceleração, vieram as cãibras. Entre o quilômetro 31 e o 32, as duas coxas ficaram pesadas e duras, alternando com a panturrilha. Trotei, andei e parei para tentar alongar e diminuir as dores. E parecia não ter jeito.

“Treinei tanto, me dediquei tanto, não vai ser agora que minha prova irá terminar”, pensava comigo mesmo. Rezava. Orava. Cantava. Todas as músicas e cantos possíveis para seguir em frente. Voltei a andar, me hidratar, trotar e mesmo com dores e muitas dificuldades voltei a correr num ritmo bem acima do meu planejado. “Falta pouco, guerreiro”. “São menos de 10km”. “Não desista!”. Pessoas de todas as idades e nacionalidades paravam para bater palmas, incentivar e mandar forças para corredores que nunca viram na vida. Chorar e buscar forças no fundo. Olhar pro céu e pensar em todos e tudo o que nos faz bem e mais forte. E continuar. O Guerreiro só para morto ou inválido.

Agora, o objetivo não tinha mais nada a ver com tempo, mas sim no desejo de finalizar aquilo que comecei e completar pela primeira vez os meus 42km da Maratona do Rio. Pelas avenidas, muitos atletas parados, machucados e desistindo. Mas quem me conhece, sabe, eu só desistiria morto ou impossibilitado de continuar sozinho.

As cãibras iam e vinham o tempo todo. Meu último gel de carboidrato eu consumi no km 34! Chegando a Copacabana, a organização ofereceu banana e tangerina aos competidores, numa prova que teve uma quantidade excelente de postos de água mineral e isotonicos. Fôlego e disposição não faltavam, mas as contrações involuntárias de todos os músculos das pernas, até em locais que nem sabia existir eram arrebatadoras.

Durante todo o percurso mesmo com o frio e a chuva, muitas pessoas batiam palma e incentivava os atletas a concluírem e continuarem a prova. No quilômetro 36, as dores nas coxas estavam insuportáveis e parei novamente. Alonguei, estiquei as pernas e um competidor amador, me pegou pelo braço e disse: “Vamos companheiro. Não pare que é pior. Siga em frente, natalense (fazendo alusão a caminha que vestia – NATAL RUNNER). Bora guerreiro”!
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E eu fui. Lembrava do meu pai, da minha esposa e dos meus filhos, e pedia a Deus forças para seguir em frente até o final. A chuva apertou, mais pessoas paradas. E reclamavam. O tempo, sub 4h, já ficou para outra maratona ou 2015 no mesmo percurso e na mesma Cidade Maravilhosa; o mais importante para mim naquele instante era cruzar o pórtico de chegada, encontrar meus amigos e parceiros da Natal Runner e Correr Entre Amigos e receber a medalha para os meus filhos. Chegando ao Hotel Windsor no Leme, pega-se a via para esquerda em direção a Botafogo, dois túneis, até seguir pela Glória e correr até a arena da Maratona no Aterro do Flamengo. Mas cenas duras e de desgaste e sofrimento, atletas caindo e reclamando de dor, o frio e a chuva apertaram ainda mais. Foram os 4 quilômetros mais duros e pesados dos 42! Um espectador tocava sua flauta, inspirando os corredores. Mais treinadores e atletas mandavam palavras de incentivo e de apoio.

O filme da sua vida, dos seus treinos e de tudo o que você sofreu até aquele momento volta claramente a sua mente e a sua frente. E o pensamento é chegar e rever os seus amigos. O choro faz parte e as lágrimas são impossíveis de controlar. Não foi como planejei e desejei, mas terminei e agora sou maratonista. Por que eu corro? Porque me sinto bem, melhor e forte. Porque sou exemplo para os meus filhos e busco saúde, qualidade de vida e forças pra lutar no dia a dia. Louco? Sem noção? Inconseqüente? Quem nunca sentiu o prazer de passar mais de uma hora correndo ou usufruiu dos prazeres e benefícios dessa vida de corredor, nunca entenderá, nem tampouco aprenderá. Criticar ou falar mal, é mais fácil. Mas quem deseja o seu bem e se sente bem pelo prazer e alegria do próximo, vibra e comemora junto.
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Um dia há alguns anos acordei sedentário e muito doente, quase na iminência de usar remédio controlado, iniciei uma rotina esportiva, corro, nado e jogo tênis e nesse domingo 27 de julho de 2014 durmo maratonista. Agora, buscar o motivos pela “quebra” e fazer melhor para evoluir e baixar o tempo, estabelecendo metas e decidindo quais provas correr. Vem pra corrida. Bora correr! Mexa-se e faça o que te faz bem. Agora, curtir e descansar as pernas. Obrigado meus amigos, minha família e minhas inspirações: Minha mãe, Mag Sodre; minha esposa, Sandra Melo; e meus filhos Laura dos Anjos e Davi dos Anjos. Sem vocês nada disso seria possível. E aos amigos e a “família” Natal Runner. Ao meu amigo/irmão, Walter Molina, que sempre acreditou e me ajudou. Valeu coach. Os treinos continuam e só se pode melhorar o que se conseguiu fazer e completar. Valeu Alessandro Imperial, Gilsinho Guedes, Fábio Alcântara pelo apoio e abraço final, e pela companhia no Rio. E a todos os runners que estavam lá até o fim. E aos amigos Corredores de FDS, que mesmo distante vibraram e emanaram energias positivas. #TAMOJUNTO. Vamoooooooooooooo! Em 2015 tem mais. Nunca duvide de um guerreiro. E sempre, eu digo sempre. Faça do limão, uma limonada e aprenda com as quebras e erros e somos eterno aprendizes. Amém.

Track & Field Run Series – Shopping Recife

Os CFDS mais uma vez estavam presentes em uma corrida da Track & Field em Recife.

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Um percurso novo, saindo do estacionamento do Shopping Recife, passando pela Rua Ribeiro de Brito e subindo o viaduto Presidente Tancredo Neves.

Para os que fizeram 10km, deram duas voltas neste percurso.

Tudo muito organizado, a começar do Kit com camisa, meia e cadarço elástico com a qualidade Track & Field.

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Confira a Galeria de Fotos:

E como sempre, a Track & Field fez uma medalha de participação muito legal.

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Parabés aos organizadores!

Circuito das Estações – Inverno 2014

Circuito das Estações em Recife, desta vez a etapa Inverno 2014. A prova bem organizada, com um bom número do corredores.

Fotos do Circuito das Estações – Inverno 2014: